CUMPLICIDADE - MICHAEL PIPOQUINHA
E PEDRO MARTINS

cultura e consciência

cumplicidade - michael pipoquinha e pedro martins

"Cumplicidade", lançado em novembro de 2020, é o primeiro CD do duo formado por Michael Pipoquinha (baixo) e Pedro Martins (guitarra), duas grandes revelações da música instrumental brasileira. O álbum conta com as participações de Toninho Horta e Mônica Salmaso. O encontro desses dois jovens e talentosos músicos aconteceu de forma inusitada no Festival Choro Jazz, em 2016. Os músicos não se conheciam pessoalmente, embora conhecessem e admirassem o trabalho um do outro, e a convite do diretor do festival, Capucho, toparam o desafio de fazer a abertura do show de 80 anos do Hermeto Pascoal. Agora, os dois se reuniram para gravar o primeiro disco com composições autorais e músicas de Toninho Horta, Hamilton de Holanda, Hermeto Pascoal, Guinga, Paulo César Pinheiro e Dori Caymmi.

 maria rita stumpf - do acestral ao eletrônico 

O show Do Ancestral ao Eletrônico reúne repertório dos álbuns Brasileira (1988 e 2017) e Inkiri Om, de 2020, da cantora e compositora Maria Rita Stumpf. Os dois projetos renderam excelente repercussão na imprensa brasileira e chegaram à rádio BBC6 de Londres.  Apresentou-se nos festivais  Red Bull Music Academy  SP, Dekmantel, WME e Kino Beat. Lança em maio de 2022 o álbum Ver Tente. No palco, com sua voz potente,  mostra repertório autoral mesclado com canções ícones da MPB, num roteiro de força telúrica e poética, com canções de Milton Nascimento, Caymmi, Taiguara, Violeta Parra, Ednardo e Raul Seixas.  O grupo que a acompanha está apoiado nos talentos do tecladista Danilo Andrade (que atua com Gilberto Gil) e Mateus Câmara, responsáveis pelos eletrônicos, e por Paulo Santos (fundador do Uakti) que traz os elementos orgânicos. Com escuta digital em mais de 100 países tem grande alcance em público de diferentes idades. Dedicada às questões ambientais e aos povos originários, temas relevantes e atuais, desenvolve sonoridade única que combina de sons eletrônicos e acústicos, e instrumentos especiais. Diferencial criativo para diferentes plateias. 

o teatro popular solano trindade - TPST

Foi fundado em 1975 pela Artista plástica, coreógrafa e folclorista Raquel Trindade – A Kambinda, na cidade de Embu das Artes, Estado de São Paulo, como continuidade das atividades do TEATRO POPULAR BRASILEIRO, criado em 1950, pelo poeta, folclorista, teatrólogo e artista plástico Solano Trindade, pela coreógrafa e terapeuta ocupacional Maria Margarida da Trindade e o sociólogo e historiador Edson Carneiro, no Estado do Rio de janeiro. O TPST tem o objetivo de preservar e promover a cultura popular no Brasil, através das artes plásticas, da dança, do teatro e da literatura. O nosso repertório é composto por Maracatu, Côco de Alagoas e Pernambuco, Samba Lenço Rural Paulista, Cafezal, Lundu Colonial, Jongo Mineiro, Jongo Fluminense, Jongo da Serrinha, Ciranda, Guerreiro de Alagoas e Pernambuco, Bumba Meu Boi, Ritmos dos Orixás, entre outros ritmos da cultura popular brasileira.

festival choro jazz

Iniciado em 2009 sob cenário de uma das regiões mais belas do mundo, o Festival Choro Jazz segue inundando Jericoacoara e Fortaleza de música e cultura em suas mais diversas e genuínas formas. Num ambiente naturalmente paradisíaco, esta mostra musical gratuita tem ênfase na música instrumental e no encontro do Choro e do Jazz, gêneros irmãos que trazem em suas essências a improvisação e a virtuose. Além dos shows, o Festival engloba também as já tradicionais oficinas musicais gratuitas com profissionais que são referências em seus instrumentos. Em grandes e inesquecíveis shows de imensos encontros musicais, entregamos ao público um amplo panorama cultural que passeia não apenas entre o choro e o jazz – nacional e internacional – mas sempre abre espaço para o cancioneiro popular, para a música regional, para a música popular e enfim, a música universal, que é uma poderosa ferramenta de transformação social. Uma das bases conceituais do festival é a importância da descentralização cultural. Devido ao fato de ser realizado em área geográfica bastante carente em termos de iniciativas culturais, o Choro Jazz proporciona aos moradores locais e público oriundo de várias partes do país e do mundo a oportunidade de vivenciar de perto o poder criativo da música instrumental e estudar com nomes consagrados do cenário musical. A aproximação dos gêneros musicais Choro e o Jazz, que batizam o Festival, tem como principal intersecção a improvisação, que é claramente um dos elementos essenciais e muitas vezes caracterizada como um produto de criatividade democrática, interação e colaboração, atribuindo igual valor a contribuição do compositor e do intérprete. Vale ressaltar a ênfase dada pela curadoria do projeto ao intercâmbio entre músicos e estilos, o que proporciona a experimentação sonora de estilos heterogêneos dentro do gênero instrumental, fornecendo, dessa forma, instrumento de comparação para maior compreensão da linguagem musical, não apenas para os músicos e alunos envolvidos, mas também para o público presente.

os oito batutas e os outros batutas

O espetáculo Os Oito Batutas e Os Outros Batutas, com participação especial de Laércio de Freitas, propõem ao público uma homenagem ao centenário da primeira apresentação de um grupo brasileiro no exterior. Fundado por Donga e Pixinguinha, Os Oito Batutas saíram do Brasil para um mês de apresentações em fevereiro de 1922, enquanto em São Paulo acontecia a cultuada Semana de 22. Aclamado pelo público, o grupo que sacudiu Paris com seu repertório de choros, valsas, maxixes e sambas, teve sua temporada à época estendida por mais cinco meses. Para esse momento antológico, entram em cena no SESC Pompeia, Os Outros Batutas, grupo criado em 2017 pelo cantor, compositor e produtor musical Didu Nogueira, fiel depositário de todo acervo pessoal do Mestre Donga. Dirigido musicalmente pelo violonista, compositor e arranjador Jorge Simas, o grupo tem na sua formação grandes músicos brasileiros que mantém a originalidade instrumental de seus inspiradores, assim como um repertório que data dos primeiros 30 anos do século passado. O show traz uma reflexão sobre o modernismo que o Brasil não viu ou reconheceu, numa importante reparação histórica do movimento, muito para além dele próprio.

instituto baía dos vermelhos

É uma organização que promove as artes e a integração social através das atividades culturais. O Complexo Cultural, compreende os seguintes núcleos: Centro Cultural, Residência Artística, Praça Pública O Instituto compreende um conjunto de instalações e espaços destinados ao desenvolvimento de atividades de natureza cultural e educacional, especialmente as apresentações, festivais e espetáculos musicais e de teatro, dança, cinema e vídeo além de conferências, seminários, congressos, exposições de arte, cursos e oficinas de formação educacional e profissional na área artística e cultural.

festival vermelho

O festival “Vermelhos – Música e Artes Cênicas” é realizado no Centro Cultural Baía dos Vermelhos, em Ilhabela, com mais uma extensa programação de concertos e recitais de música erudita e apresentações de dança e de música popular e instrumental. A mistura do repertório clássico à dança e à música instrumental e popular constitui a matriz do evento, estabelecida desde a sua 1ª edição em 2015 com o objetivo de levar ao público uma visão ampla, diversificada e atual da produção cultural no campo da música e das artes cênicas.